A casa caiu para governadores; PGR dá 72 horas para que expliquem destino de dinheiro enviado para combate à pandemia

17/03/2021

Por Leonardo Bezerra

Os governadores que tem usado a pandemia como desculpa para destruir o Brasil, prejudicar a economia e portanto o governo Bolsonaro, pensavam que poderiam agir como verdadeiros ditadores prejudicando milhões de pessoas.

Mas a Procuradoria Geral da República, PGR, através de sua subprocuradora-geral, Lindôra Araújo, enviou oficio a todos os 27 governadores com questionamento sobre o uso do dinheiro enviado pelo governo Federal.

As questões versam sobre; hospitais de campanha, que supostamente teriam sido montados para aumentar a capacidade de atendimento, que certamente teriam evitado o estado de calamidade no atendimento em que se encontra o país neste momento.

Os governadores, que passaram a agir com truculência contra a população indefesa fechando tudo, definindo horário de circulação, como num estado de sítio, que só o presidente poderia decretar, definindo até o que as pessoas podem comprar nos supermercados e muitos outros abusos dignos dos piores ditadores, pensavam que a falta de hospitais de campanha e equipamentos sumidos e superfaturados, não seriam mais lembrados.

É cientificamente provado que encarcerar as pessoas não é solução, mesmo porque as conduções andam lotadas, festas clandestinas não deixaram de existir incluindo algumas até na casa de parentes de governadores e prefeitos.

O que poderia ter sido feito para minimizar ou pelo menos não deixar ninguém morrer por falta de atendimento, seria terem usado o dinheiro federal de forma honesta, o que não foi feito.

Claro que tudo foi pensado justamente com a intenção única de culpar o Governo Federal, inclusive com o uso massivo das mídias como TV, jornais e revistas os tradicionais inimigos do governo.

Agora, com o pedido de explicações solicitado pela PGR, a casa caiu. Dória já anda se escondendo, minimizando sua aparição na TV, com receio de que as perguntas recaiam agora sobre os hospitais de campanha, não construídos, outros fechados e outros só de fachada.

Em resumo, eis as perguntas formuladas no documento da PGR, as quais os governadores terão que dar explicações:

1- Quantos e quais hospitais de campanha foram construídos no Estado?

2- Quais hospitais de campanha foram construídos e não entraram em funcionamento? E, dentre os que entraram em funcionamento, informar a data de inauguração das atividades de atendimento.

3- Listar os hospitais de campanha que estão em funcionamento na presente data e, em relação aos desativados, informar a data da desativação e o motivo do fechamento.

4- Qual a destinação dada aos insumos e equipamentos que compunham a estrutura de eventuais hospitais de campanha que tenham sido desativados no Estado? (Fonte: Site da Procuradoria Geral da República)