A última mensagem de Ashli Babbitt, morta no Capitólio em defesa de um ideal de justiça

08/01/2021

"Nada vai nos parar", escreveu Ashli um dia antes da invasão ao Capitólio que resultou na morte de cinco pessoas. A mídia não está dando a menor importância a estas mortes por se tratar de pessoas de direita.

Certamente se fossem esquerdistas a coisa seria diferente e haveria um alarde mundial.

Mencionada pela mídia inicialmente apenas como "mulher", Babbitt, de 35 anos fazia parte da grande multidão que invadiu o Capitólio inconformados com o resultado das eleições e apenas exigindo justiça.

Babbitt era uma veterana da Força Aérea dos EUA. Esteve no Iraque, no Kuwait, Qatar e serviu duas vezes no Afeganistão.

Era uma patriota e defensora do presidente Donald Trump, expressando seu apoio nas redes sociais e inconformada com a questão das fraudes eleitorais.

Babbitt era da California e as outras pessoas mortas foram; Benjamin Philps, da Pensilvânia, Kevin Greeson, do Alabama e Rosanne Bayland, da Geórgia e o oficial da Polícia do Capitólio, Brian D Sicknick.

Essas pessoas mortas, foram mencionadas quase que obrigatoriamente pela mídia. Ninguém se deu ao trabalho de analisar o porquê dessa invasão, desse inconformismo. Se chegaram a esse estremo, de enfrentar o perigo de ser recebido a bala num local de máxima segurança da nação, é porque tinham muita certeza do que tinha acontecido de injusto para justificar esse ato.

Ninguém faria uma invasão dessas apenas por farra, como acontece muitas vezes aqui no Brasil, com alguns baderneiros. Havia uma convicção, uma certeza de estarem lutando por um ideal de justiça. E é isto que a mídia em nenhum momento menciona.

Aliás, a mídia, sobre as fraudes, refere-se sempre da seguinte maneira: "as supostas fraudes". Algo muito vago. Nenhum jornalista investigativo se deu ao trabalho de aprofundar a pesquisa sobre a realidade dessa eleição.

Esses patriotas, tinham a esperança de reverter as eleições ou ao menos incentivar a uma investigação da verdade. Sabiam perfeitamente dos males que virão com a administração Biden, tendo como vice e provavelmente futura substituta a comunista Kamala Harris. Sabem da fraqueza do futuro presidente, que certamente será muito bem explorado pela esquerda.

Os EUA são o grande sonho do comunismo mundial. Desde a década de 1960 que ficou claro que os americanos não aceitam nada que lhes tire a liberdade. Portanto, algo vindo de fora seria impossível. Entretanto, vindo de dentro, como está acontecendo agora, é quase impossível de controlar. (Leonardo Bezerra) Deixe seu comentário