Argentina aprova aborto no quarto mês de gestação; um verdadeiro assassinato legalizado

A Argentina de esquerda só tem afundado numa corrida célere para se igualar à Venezuela. O mais recente absurdo do país em que Maradona é deus foi a aprovação do aborto com até 14 semanas de gestação, quando o feto já está totalmente formado.

O Senado argentino aprovou o aborto na madrugada de quarta-feira (30), com 38 votos a favor e 29 contra e uma abstenção.

Anteriormente, a questão do aborto naquele país era a de permissão nos casos de estupro ou de risco da mãe.

Mas uma das propostas do governo do presidente Alberto Fernandez, desde sua campanha era justamente essa legalização, que veio culminar com a aprovação na madrugada enquanto manifestantes a favor e contra protestavam em frente ao Congresso.

O projeto é do próprio governo e certamente seria aprovado pois Cristina Kirchner, que tem Fernandez como poste, é a presidente do Senado.

Um povo que já vive na miséria desde que escolheu esse governo mistura de esquerda com peronismo agora vai fazer a festa com essa legalização.

O cristianismo, de uma forma geral, é contra o aborto e o catolicismo o proíbe desde o momento da fecundação. Mas para os argentinos, reduto de feministas essas ideias estão fora de cogitação.

Para se ter uma ideia do que é um feto no período em que ficou permitido, com 14 semanas, quatro meses de gravidez, marca o aparecimento da linha negra na barriga de algumas mulheres e crescimento de cabelos no feto. O rosto já está formado, pode virar a cabeça, fazer caretas e enrugar a testa.

O corpo cresce mais rápido que a cabeça e está coberto por uma camada de pele fina e transparente por onde se pode ver vasos sanguíneos e os ossos. As unhas estão começando a crescer nos dedos das mãos e dos pés e já possuem impressão digital. Os órgãos sexuais estão em desenvolvimento e já é possível determinar se é menino ou menina. O tamanho é de cerca de 5 centímetros e pesa em torno de 14 gramas. Neste período o risco de aborto espontâneo é bastante reduzido.

Esse é o sonho da esquerda sempre atrelado ao feminismo e ao individualismo, sem responsabilidade e sem a valorização da vida tão importante para quem é de direita.

A questão família, ética, moral anda longe de grande parte desse povo. Claro que com tudo isso quem sofre são aqueles que ainda acreditam no bem pois tem que viver agora em mais um país que despreza a vida e que recebe de seu governo autorização para ceifa-la como se fosse lixo inconveniente. (Leonardo Bezerra)