Caos em Manaus e mídia tenta culpar Bolsonaro sem êxito

15/01/2021

Por Leonardo Bezerra

Tem males que vem para bem. O fato de algum tempo atrás terem praticamente proibido o governo Bolsonaro de comandar governadores e prefeitos o exime de culpa. Mesmo assim, a mídia do ódio tenta encontrar uma brecha para culpa-lo.

Uma tragédia anunciada chega ao seu ápice em Manaus, com milhares de pessoas infectadas e internadas e falta de oxigênio obrigando os hospitais a transferir pacientes para outros estados e gerando uma verdadeira guerra por oxigênio entre a população.

Há meses que se observava a população da cidade sem os devidos cuidados, como uso de máscara, sem aglomeração e tudo que foi feito em outros estados.

Mesmo diante disso tudo, pouco ou nada o governo federal podia fazer, diante de decisão do poder judiciário que fez com que as estratégias para lidar com a pandemia passassem a ser definidas por governadores locais restando ao governo federal apenas o repasse de recursos.

A Globo e outros meios não mencionam o fato de o governo federal ter sido afastado do comando dos governadores e prefeitos mesmo quando se tratava de uma ameaça a segurança nacional. Tentam a todo custo vincular a tragédia ao governo federal, mas os próprios fatos não deixam margem à dúvidas.

Em São Paulo, por exemplo, tem acontecido os piores desmandos que vai desde hospitais de campanha inúteis nunca utilizados até vacina com pouco mais de 50% de eficácia, um verdadeiro tapa no rosto da população.

A mídia, sem poder culpar diretamente Bolsonaro, ficam ainda mencionando aquela fala do presidente ao referir-se à Covid-19 como "gripezinha". Mas falar isso é tão pequeno diante das calamidades proporcionadas por governadores e prefeitos que nem vale a pena.

Ao contrário, o governo tem feito sua parte, como ele mesmo afirmou. O envio de milhões para os estados e agora está enviando 30 mil metros cúbicos de oxigênio para Manaus e as forças armadas auxiliando em tudo.

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello informou o seguinte: "Estamos trabalhando intensivamente na logística e parcerias para, em menor tempo possível, e com mais efetividade, sanar a crise sanitária pela qual passa o estado do Amazonas. Não estamos medindo esforços".

A questão principal de Manaus é o falta de oxigênio. No pico da pandemia no estado em 2020 o consumo médio diário chegou a 30 mil metros cúbicos, sendo que a capacidade de fornecimento local é de 28 mil metros cúbicos, mas isso parece que não foi levado em conta e agora em 2021 o consumo médio passa de 70 mil metros cúbicos. Uma conta que não bate e iria causar o caos e centenas de mortes. (fontes: RádioAgenciaNacional, BBC Brasil, Jornal Cidade Online. (Deixe seu comentário e compartilhe)