Por que a esquerda tem tanto medo de Bia Kicis?

07/02/2021

Por Leonardo Bezerra

A indicação da deputada Bia Kicis para a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a mais importante da Câmara, criou um alvoroço na esquerda que luta em desespero para evitar sua efetivação no cargo.

O grande medo da esquerda é porque a CCJ é a comissão encarregada de avaliar a constitucionalidade dos projetos apresentados e também avalia a viabilidade de PECs (Propostas de Emenda à Constituição) e de pedidos de impeachment.

São vários os motivos que levam a esquerda ao desespero. A Câmara foi dominada por anos por uma minoria de esquerda que fazia a festa com o apoio de Rodrigo Maia e com isto impedia completamente o crescimento do Brasil, pois para eles, quanto pior melhor na tentativa de desacreditar o governo de Bolsonaro.

Com 513 deputados na Câmara, no comando de Rodrigo Maia, apenas uma minoria de mais ou menos 120 ou 130 da esquerda praticamente mandavam. Pautas que não lhes interessavam como a legislação ambiental, legislação dos herbicidas a regularização fundiária que contrariavam a vontade dos partidos de esquerda, ficaram esquecidas.

Era praticamente uma ditadura de esquerda cujo chefe era Rodrigo Maia que atendia suas vontades em detrimento dos outros partidos e do Brasil que ficava no atraso em vários setores pela falta de ação da Câmara.

Felizmente, com a eleição de Lira, com a disposição de destravar o Brasil, a coisa mudou. Mas não adianta a boa vontade do novo presidente da Câmara, faz-se necessário toda uma assessoria para que os trabalhos avancem.

Neste particular a CCJ da Câmara é de fundamental importância. Bia, ex-procuradora do Distrito Federal, ajudou na campanha de Lira pois sabia da seriedade e desejos do deputado em destravar o Brasil.

A partir que seu nome foi cogitado para a CCJ, a esquerda enfureceu-se e passou a fazer uma campanha de guerra contra seu nome. Até o Supremo teme a candidatura da deputada, pois ela é uma verdadeira ameaça para a casa; já impetrou pedidos de impeachment contra Gilmar Mendes e Alexandre de Morais e propôs a PEC da Bengala, que pode aposentar os ministros mais cedo, abrindo brecha para que Bolsonaro coloque ministros em substituição.

Outro ponto que incomoda esquerda e Supremo é que Bia é autora de um Projeto Lei que defende o voto impresso. Que é o terror de quem não tem capacidade de ganhar nas urnas de forma honesta.

Sua capacidade e profundo conhecimento das leis além da experiência, são perfeitos para o cargo. Entretanto, pelo simples fato de ser conservadora e de apoiar o governo Bolsonaro, já são fatores que deixam a esquerda furiosa pois não aceita um governo que deseje e lute pelo bem do país como vem fazendo Bolsonaro e seus ministros, praticamente sem apoio. (Deixe seu comentário e compartilhe).