Vem ai perseguição severa ao governo de direita do Brasil por parte da administração Biden

10/01/2021

Por Leonardo Bezerra

Ainda nem tomou posse e já Gregory Meeks, o novo presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara dos Deputados dos EUA sinaliza oposição severa ao governo de Bolsonaro.

Afirmou que irá; "promover os direitos humanos no Brasil", uma verdadeira e indevida ingerência em assuntos internos de nosso país.

Meeks afirmou ainda que Joe Biden terá que discutir com o presidente Bolsonaro as questões relativas às comunidades afro-brasileiras, indígenas e LGBT no Brasil. Isto significa intromissão direta em assuntos internos que seria além de desagradável, uma intervenção em temas que só dizem respeito aos brasileiros.

Ao que tudo indica, que se Meeks, antes mesmo de iniciar oficialmente o governo já está promovendo este tipo de afirmação, é porque isso já foi pensado antes, não só por ele, mas pelo menos por alguns outros figurões do novo governo americano.

Além da pressão que pretende exercer sobre o Brasil de direita, referiu-se também ao que ele chamou de "Bolsonaros do mundo", numa referência aos países do leste europeu; Hungria e Polônia, que a exemplo de Bolsonaro, assim como fazia Trump, rechaçam a famigerada agenda globalista, que pretende dominar o mundo.

Biden e sua turma vão implodir os EUA. Há tempos que o comunismo percebeu que atacar de fora para dentro não dava resultado nas democracias sérias. Assim, a ideia é a de começar a destruição de dentro para fora. É o caso típico do Vaticano, que numa jogada de mestre, afastaram o Papa para colocar um títere em seu lugar.

Aqui no Brasil já se percebe muitos indícios desta política de destruição de dentro para fora. Está presente na política, no meio empresarial que se vende facilmente aos chineses, nas universidades que tentam a todo custo formar robôs ideológicos e nos meios de comunicação que fazem o jogo globalista.

Meeks falou ainda sobre a questão de uma aproximação com a Venezuela, com uma abordagem multilateral e ajuda aos palestinos.

Tudo indica que os países de direita como Brasil, Israel e outros, que tinham em Trump um aliado, serão os mais perseguidos.

A ideia globalista é a de promover os movimentos contra a família, pois com sua extinção, diminui a população, já que as uniões LGBT não geram filhos. Claro que isso implica primeiro destruir o cristianismo, para que as novas gerações aceitem sem nenhuma oposição ética ou moral, os novos movimentos.

O banimento de Trump das redes sociais é uma grande demonstração de quem manda no mundo. Não são mais os grande mandatários políticos e sim o globalismo dos multibilionários que colocam nos governos apenas aqueles que lhes são uteis.

Biden é mais um poste do globalismo. Não fará nada que não seja seguir a agenda nefasta desses ideólogos que certamente irão destruir o mundo como conhecemos e transforma-lo num inferno aqui na terra.

Para o Brasil, espera-se chumbo grosso. Bolsonaro tem conquistado pessoas de todo o mundo, que ainda podem ser chamadas de seres humanos e isso incomoda demais essa gente comunista. (Deixe seu comentário)